Como tornar-se um canal de energia Reiki

Como tornar-se um canal de energia Reiki

Canal de Energia Reiki

Todos nós, em determinados momentos de nossas vidas, passamos por situações difíceis de sofrimento, estejamos direta e pessoalmente envolvidos ou não. Pode ser um sofrimento físico e material, emocional, psíquico e em algumas ocasiões, espiritual. Surge, então, o desejo de eliminar o sofrimento ou, pelo menos, de minimizar a dor, proporcionando alívio para nós mesmos e para quem nos cerca, mas nos sentimos completamente impotentes. Quantas vezes pensamos que, se pudéssemos dispor de algo para interagir e ajudar a aliviar os sofrimentos, a vida poderia ser melhor. Então, de alguma forma, chega ao nosso conhecimento que o Reiki está disponível e que é inesgotável. Nesse feliz momento, faz-se necessário procurar um mestre de Reiki habilitado e participar de um ritual de sintonização.

O Reiki encontra-se ao alcance de crianças, de preferência com mais de 7 anos, anciãos e pessoas doentes. Basta querer.

O ser humano pode ser comparado a uma instalação elétrica completa, cuja lâmpada não acende por estar desatarraxada. O que o mestre de Reiki faz é somente ajustar o contato da lâmpada. Todos podemos ser canais de Reiki. Somos reikianos em potencial, já nascemos com os canais. O reikiano não é criado pelo mestre e sim despertado, por isso denominamos o Nível 1 do Reiki de “O Despertar”.

A partir do momento da iniciação, abre-se dentro da pessoa uma porta que, uma vez transposta, a introduz a uma nova realidade. O iniciado converte-se em um verdadeiro canal de energia Reiki, ou seja, terá sempre contato com essa “Energia Universal” e poderá aplicá-la quando quiser. Damo-nos conta de que somos capazes de nos ajudar e de proporcionar conforto ao próximo necessitado, fazendo fluir a“Energia Universal”, cósmica, espontânea e ilimitada, com um simples gesto, bastando impor as mãos para que flua. É tão simples que resistimos até a crer que seja real.

Quando nos convertemos em canal de Reiki, nos tornamos um meio através do qual a “Energia de Amor Universal” é conduzida. O Reiki é uma energia de amor canalizada através do nosso Chacra Cardíaco. Abre para nós um mundo totalmente novo, diferente, que a princípio não acreditávamos poder existir. Entretanto, precisamos ficar alertas para não permitir que esse conhecimento venha a estimular negativamente o nosso ego, o que atrapalharia nosso processo evolutivo.

Como escolher um mestre de Reiki para me iniciar? Existem diferenças entre os mestres de Reiki? As linhagens que levam ao Sensei Usui são importantes? O ideal é um mestre “independente” ou um que esteja vinculado a uma escola, uma instituição ou uma organização nacional ou internacional? Quem garante o profissionalismo ou a idoneidade dos mestres de Reiki? Essas são algumas das perguntas mais comuns que nos fazem.

A multiplicação de mestres beneficia o Reiki, o planeta e a humanidade. Entretanto, à medida que a oferta de seminários cresce abruptamente, os leigos podem sentir dificuldades em escolher o mais adequado para si. Existe, atualmente, um grande número de seminários de Reiki sendo oferecido pelos meios de comunicação. Cada mestre tem uma metodologia de ensino, sendo que os seminários são sempre baseados no “Sistema Usui”.

Infelizmente, no Reiki, como em todos os negócios, observa-se grande concorrência entre os mestres. O ideal seria que as pessoas não lecionassem Reiki antes de eliminar os padrões pessoais de competição, através de terapias e evolução de suas consciências.

Não é fácil para o leigo avaliar qual deva ser o conteúdo básico ideal de um treinamento e se o que irá encontrar será suficiente para garantir uma prática competente. Há uma tendência de alguns mestres quererem “melhorar” ou “aprimorar” o Reiki, mesclar conhecimentos esotéricos e holísticos com a prática original. Não havendo critérios oficiais que sirvam como referência, para o leigo fica ainda mais difícil avaliar o que é o Reiki e o que não é. Uma indicação de amigos é um ótimo critério para a escolha de um mestre. Procure saber sobre o trabalho desenvolvido pelo mestre, quantos anos de prática possui, quem foi o mestre dele, onde foi treinado, quanto tempo durou seu treinamento. Há mestres formados em seminários de apenas algumas horas, num único dia, o que não garante qualidade de formação profissional. O treinamento de mestrado do “Instituto Brasileiro de Pesquisas e Difusão do Reiki”, por exemplo, implica em pelo menos dezesseis horas de aulas mensais durante sete meses.

Num mundo ávido por status, para muitas pessoas um certificado significa autoridade. É o que elas aprenderam a respeitar. Hoje em dia está muito fácil, rápido e barato conseguir um título de mestre de Reiki. É uma característica do Reiki funcionar em todos, independente da evolução de sua consciência. Entretanto, ser iniciado como mestre de Reiki não é uma garantia da compreensão do método e da aquisição da experiência didática necessária. Há quem comece a lecionar o Reiki sem saber o suficiente sobre o assunto.

Os certificados que entrego a todos os alunos funcionam como documentos comprobatórios de que eles se submeteram ao processo iniciático e de que estamos inseridos em linhagens que nos levam até o Professor Usui. Para a compreensão efetiva, muita prática da técnica e uma certa maturidade são tão importantes quanto a iniciação como mestre. Um certificado de mestrado em Reiki não faz um mestre em Reiki, mas, sim, a capacidade desenvolvida para transmitir e ensinar a técnica. O verdadeiro professor não é aquele que tem mais conhecimento, mas aquele que transmite mais conhecimento a seus alunos. Mestre é aquele que cria bons reikianos. Se alguém quiser ser um bom mestre, precisa investir o seu tempo nisso, precisa se comprometer e obter um treinamento sério, sólido e extenso.

O mestre deve deixar claro que não é o “dono da verdade”, que não irá transmitir a “sabedoria absoluta”, e que tampouco é o “dono do Reiki” ou o único a transmitir o verdadeiro Reiki.

O mestre de Reiki é simplesmente um instrutor que é chamado, no Ocidente, de mestre e, no Japão, de“sensei”. O termo “mestre”, no caso, não tem conotação de “pessoa iluminada”, livre do carma, alguém que tenha poder sobre os demais, que seja melhor que os alunos, nem de hierarquia superior. Nenhum estudante de Reiki precisa continuar em contato com seu mestre depois de um seminário e nem dele é dependente. O fato de termos recebido um nível de determinado mestre não cria a obrigatoriedade de realizarmos os demais níveis com o mesmo mestre.

Em minha atividade de lecionar o Reiki já encontrei todo tipo de profissional. Existem mestres que causam boa impressão, mas que não foram iniciados corretamente por seus mestres. O curso, mesmo tendo sido bom, acaba não alcançando os resultados esperados do processo de sintonização e o iniciado acaba se afastando da técnica. Há mestres que, mesmo tendo sido iniciados corretamente, por displicência ou relaxamento, cometem erros ao sintonizarem seus alunos.

O bom professor precisa oferecer apostilas adequadas, que sirvam como boa fonte de consulta e estudo aos alunos. Os alunos de mestrado do “Instituto Brasileiro de Pesquisas e Difusão do Reiki” têm autorização para utilizar cópias de minhas apostilas em seus seminários, desde que não omitam a fonte. À medida que ganham experiência, eles desenvolvem suas próprias apostilas.

O candidato deve procurar conhecer o mestre antes de realizar um seminário com ele. Faça perguntas práticas ao mestre, tais como o preço do seminário, o porquê das diferenças de preços dos outros mestres, a duração do seminário, se haverá acompanhamento posterior, o conteúdo do seminário e por último, ouça sua “voz interior”, use a intuição.

Um aspecto importante a observar na prática de um mestre é que ele esteja acessível para tirar dúvidas que surjam após o seminário. Existem mestres itinerantes que passam por diversas cidades ensinando o Reiki. Posteriormente, surgindo a necessidade de consulta, os alunos devem poder localizá-los, seja pela internet, pelo telefone ou por outro meio de comunicação qualquer.

Deve ser avaliada a facilidade com que alguns mestres iniciam outros mestres, sem quaisquer limitações, inclusive em cidades onde não residem e estejam de passagem. O verdadeiro líder não é aquele que tem mais seguidores, mas aquele que forma mais líderes. Nunca deve tornar os alunos dependentes, retendo informações. A beleza do Reiki está em ensinar em sua plenitude, de forma humilde e amorosa, ficando o aspecto financeiro como conseqüência de um trabalho de regeneração planetária. Os mestres que trabalham pautados no amor costumam não cobrar de pessoas que tenham doenças graves, como tumores malignos ou AIDS. Uma pessoa HIV positiva, que venha a ler este site, poderá nos procurar para receber sua iniciação no Reiki Nível 1, sem custos.

Certifique-se de que o mestre não tenha vícios em drogas, cigarro ou bebidas, o que refletiria um desequilíbrio prejudicial ao aprendizado.

A prática de religião ou persuasão religiosa deve ser evitada, pois o Reiki, apesar de ter base no Budismo, não se vincula a religião nenhuma. Assuntos polêmicos também devem ser evitados pelos mestres, tais como política, aborto, racismo, pena de morte, prática de esportes, eutanásia, etc.

Não é ético o professor se envolver em relacionamentos eróticos/sexuais com seus alunos, explorando, muitas vezes, um momento de fragilidade emocional deles.

É fundamental que a confidencialidade de informações pessoais sobre os alunos seja respeitada.

Todo mestre deve sempre orientar seus alunos a recomendarem um médico em caso de dúvida sobre alguma doença, durante o exercício do Reiki. Deve também recomendar que nunca emitam diagnósticos (caso não sejam formados em Medicina). A promessa da cura também é um comportamento irresponsável.

Atualmente, estão sendo feitos esforços através dos mestres Paul Mitchell e Phyllis Lei Furumoto, neta da Mestre Hawayo Takata, para estabelecer critérios oficiais e mundialmente válidos, para o ensino do Reiki, de modo a comprometer os professores com a prática original. Preocupado com esse aspecto, estive em Tóquio (Japão) em novembro de 1998 e em janeiro de 2002, onde reavaliei meus métodos de ensino com o mestre Fuminori Aoki, presidente da Associação de Reiki “Reido Reiki” e com o mestre Doi Hiroshi, presidente da Associação de Reiki “Gendai Reiki Healing Kyokai”. Nessas ocasiões, recebi novas iniciações no “Sistema Tradicional de Reiki Japonês” e fui autorizado a emitir certificados reconhecidos pelas instituições criadas por ambos, Fuminori Aoki e Doi Hiroshi.

Apresento, a seguir, o que considero fundamental e básico para o treinamento nos três graus tradicionais do Reiki. Caso você esteja pensando em cursar um determinado seminário, não hesite em pedir ao mestre responsável o conteúdo do curso. Seria de grande valia que todos os seminários anunciados apresentassem uma lista do conteúdo abordado, facilitando aos aspirantes a escolha do mestre mais adequado.

Na origem da humanidade, o ser humano mantinha seus canais de energia intactos, gerando felicidade e harmonia. Com o processo de esquecimento de nossa origem, em face da extrema individualização do ser humano, bem como da evolução do egoísmo e do orgulho, enfraquecemos esses canais de ligação. Deixamos de usá-los e passamos a não receber toda a energia necessária para o nosso bem estar. Passamos a reter somente a energia vital indispensável ao sustento do nosso processo bioquímico.

Mikao Usui descobriu como nos religar à “Energia Vital do Universo”. O “religare”, esse processo ao qual primeiramente foi dado o nome de “Reiju”, no Japão, hoje recebe várias denominações, como“iniciação”, “processo de ajustamento”, “sintonização”, “harmonização” ou “attunement” (pôr em harmonia), como é usado nos EUA. As sintonizações são justamente o cerne do “Sistema Usui de Cura Natural” (Reiki), tornando-o diferente de outras práticas terapêuticas que podem ser assimiladas através da leitura de livros, apostilas, etc. A “ativação energética”, como também é chamada, é um presente, um verdadeiro milagre que, para sempre, muda a vida do iniciado de maneira muito positiva e profunda. A sintonização acende uma luz num ambiente escuro, despertando dons que um dia foram universais, mas que hoje estão praticamente esquecidos. No processo de sintonização, todos os canais de força do corpo, responsáveis pela captação e distribuição da nossa energia, são reativados para funcionarem nos moldes originais, proporcionado a condição de tratar e harmonizar não somente a nós mesmos, como a todos que toquemos. A iniciação do Reiki, quando um novo reikiano é despertado, é um ritual sagrado de grande beleza. Esse processo maravilhoso o tornará definitivamente um canal de Reiki. Uma vez estabelecida a ligação, as mãos irradiam energia quando colocadas sobre as partes doentes, aliviando dores, estancando sangramentos, etc.

No livro “Living Reiki: Takata’s Teachings” (Mendocino, CA, Life Rhythm Press, 1992), a mestre de ReikiFran Brown faz referência à Mestre Takata, que costumava comparar a sintonização de um reikiano a de um aparelho de rádio ou TV. Para assistir a um determinado canal, faz-se necessário que sintonizemos o aparelho na freqüência da rede transmissora. O mesmo ocorre com os indivíduos: para se conectarem à“Energia Universal”, devem estar sintonizados com ela. O reikiano passa a funcionar como uma pirâmide viva na captação da “Energia Universal”.

Muitos têm medo quando se defrontam com uma situação desconhecida. Entretanto, nada no Reiki, incluindo o “processo iniciático”, pode prejudicar alguém.

Durante o ritual, o mestre de Reiki utiliza uma antiga técnica tibetana, que liga o indivíduo a níveis mais elevados de consciência e à “Fonte Ilimitada da Energia Universal”. Há uma ativação nos chacras superiores, fazendo com que nossa vibração e freqüência aumentem e transformem-se, passando a níveis mais elevados, num verdadeiro “salto quântico”. Esse processo, além de ampliar nossa consciência, gera uma transformação proveniente do deslocamento de nosso centro de equilíbrio energético, do Chacra do Plexo Solar para o Chacra Cardíaco. Ficamos mais amorosos, humildes e tolerantes. Tive conhecimento de mestres que realizaram sintonizações até em animais com resultados satisfatórios.

Conheci diferentes técnicas para dar iniciações de Reiki, todas eficientes. Na prática mais tradicional são usados quatro rituais de iniciação para o Nível 1. Um para o Nível 2, um para o Nível 3-A e outro para oNível 3-B. O processo que adotei, é o mesmo usado pelo “The International Center for Reiki Training”, em Michigan, EUA, onde realizei um curso avançado (Advanced) e outro de mestrado, diretamente com seu dirigente e fundador, mestre William Lee Rand. Este método é eficiente e simples, pois não fazemos as quatro iniciações separadamente, como ocorre no Sistema Tradicional Usui. Esse processo é proveniente de diferentes sistemas, nos quais os símbolos do “Reiki Tibetano” são adicionados aos símbolos tradicionais do Sistema Usui. Alunos que receberam iniciações de ambas as formas consideraram este processo mais intenso.

O Reiki vem diretamente da mais alta “Fonte Espiritual” e as iniciações devem, portanto, ser tratadas com o maior respeito. Elas são muito precisas e só podem ser transmitidas por um mestre de Reiki devidamente treinado. O mestre de Reiki não exerce poder sobre seus alunos, nem pode ser considerado, obrigatoriamente, melhor ou mais evoluído que eles. O mestre é um instrutor que escolheu aceitar a grande responsabilidade de passar aos interessados o conhecimento que adquiriu. Um verdadeiro mestre de Reiki recebeu uma série de transmissões de energia e está apto a aplicar, a ensinar e ativar esta energia nos outros. Com um pouco de experiência, um mestre consegue avaliar se um aluno foi iniciado corretamente. Para os leigos, essa tarefa se torna bastante difícil.

A sintonização cria um canal para a Energia Cósmica fluir. Ela expande os Chacras Coronário, Cardíaco e o das palmas das mãos, para usá-los na canalização do Reiki.

A primeira iniciação harmoniza o coração e a glândula timo, ao mesmo tempo que sintoniza o Chacra Cardíaco ao Corpo Etérico. A segunda harmonização afeta a glândula tireóide e, no campo etérico, ajuda a expandir o Chacra Laríngeo, que é nosso centro de comunicação. A terceira iniciação afeta o chamado terceiro olho, que corresponde à glândula pituitária, nosso centro de alta intuição e consciência, e o hipotálamo, que funciona no controle da temperatura do corpo. A quarta harmonização aumenta a abertura do Chacra Coronário, nossa ligação com a consciência espiritual, que corresponde à glândula pineal. Essa sintonização final completa o processo, deixando o canal aberto de tal modo que ele se mantém aberto pelo resto da vida.

Embora a abertura do canal de Reiki aconteça entre o Chacra Cardíaco e o Coronário, os Chacras inferiores são igualmente importantes e entram em ajuste correspondente à freqüência vibratória.

Para que o corpo se torne mais sensível e registre melhor o processo iniciático, o ideal é que não seja sobrecarregado com substâncias que diminuam a capacidade perceptiva, como carne vermelha, álcool e drogas. Dessa forma, a iniciação poderá ser vivenciada conscientemente e as mudanças serão percebidas com mais intensidade. Entretanto, mesmo que a pessoa tenha ingerido alimentos mais pesados e consumido bebidas alcóolicas nas horas que antecederam ao seminário, a iniciação ocorrerá, logicamente com menor percepção por parte do iniciado.

O momento da iniciação é único, sagrado, portanto, não pode ser interrompido. Alguns cuidados práticos nesse momento são essenciais: campainha, pager e telefone convencional ou celular deverão ficar desligados. A iniciação de uma única pessoa não demora mais do que cinco minutos. Entretanto, a sala fica energizada por um bom tempo depois do ritual. A temperatura da sala sofre um aumento considerável durante o processo. Permito que meus alunos assistam à iniciação, desde que permaneçam em silêncio. Nos meios mais tradicionais do Reiki, a assistência não é permitida.

Os iniciandos deverão permanecer durante todo o processo com os olhos fechados. Dessa forma, poderão participar conscientemente e perceber o que ocorre nesse momento único. Isto se tornaria mais difícil se ficassem questionando o porquê de cada gesto do mestre. O interesse de permanecer com os olhos fechados é do próprio aluno, que deverá estar sentado numa cadeira com o espaldar reto e com os pés descalços, no chão.

As mãos deverão permanecer unidas em posição de oração na altura do peito, pois também serão tocadas e “trabalhadas” pelo mestre.

As sintonizações afetam cada pessoa de forma diferente, dependendo de seu momento e de seu padrão vibratório. A iniciação, a exemplo do amor, tem de ser vivenciada, não pode ser descrita racionalmente. Durante o processo de iniciação, a pessoa que está sendo ativada poderá experimentar uma série de sensações, tais como muita paz e harmonia, um calor agradável, um profundo relaxamento, calor nas mãos, tristeza, choro ou amor. A pessoa também poderá visualizar mestres, ver luzes e cores como azul-celeste, violeta, dourado e até mesmo projetar-se para o passado. Já tivemos oportunidade de ouvir relatos de muitas pessoas que visualizaram parentes desencarnados. Outras não percebem nada, nem durante a cerimônia, nem nas primeiras semanas após terem sido iniciadas, ou durante as aplicações, pois seus sensores ainda não foram devidamente educados, ou seja, não há garantias de que a percepção de sensações venha a ocorrer no princípio da prática do Reiki.

Durante a iniciação, o mestre sente sua aura iluminar-se, mas o processo, quando executado em muitas pessoas em um mesmo dia, é muito cansativo.

Recebi relatos de alunos que trabalhavam com imposição de mãos antes do Reiki, mas que em poucos minutos se sentiam totalmente exauridos. Depois da iniciação no Reiki, sentiram que passaram a trabalhar não mais com a própria energia, mas sim com a “Energia Cósmica” captada, que passou a percorrê-los durante as sessões. Muitos consideraram o momento iniciático um marco vivencial dos mais importantes e significativos.

1) Entrega de boas apostilas e certificado de participação, sem qualquer custo adicional;

2) Apresentação da(s) linhagem(s) das quais o aluno passa a fazer parte;

3) Conteúdo programático:

      3.1) Como funciona o Reiki?

3.2) A história do Reiki: antecedentes da sua descoberta; O descobridor Mikao Usui; a meditação deMikao Usui; Mikao Usui e os primeiros resultados do Reiki; o Reiki e o início da divulgação; os“cinco Princípios” do Reiki; Chujiro Hayashi e a continuidade do trabalho; Hawayo Takata e o Reiki no Ocidente;

3.3) Simbolismo do Reiki: o ideograma, a cor e o bambu;

3.4) Como tornar-se um canal de Reiki: O futuro reikiano; o ritual de sintonização; os 21 dias de limpeza energética; os sistemas e escolas de Reiki;

3.5) A divisão do Reiki: Níveis 1, 2, 3-A e 3-B;

3.6) A visão holística do corpo humano: aura e chacras;

3.7) Como e onde aplicar o Reiki;

3.8) As posições para aplicação;

4) Ritual de sintonização energética;

5) Legislação para praticantes não médicos.

O aluno poderá assistir a diferentes seminários de Nível 1, a título de reciclagem, em geral, pagando uma taxa de participação, a fim de melhor selecionar um mestre para o Nível 2.

1) Distribuição de boas apostilas, que funcionem como instrumento de consulta para os alunos, bem como do certificado de participação, sem custo adicional;

2) Ritual de sintonização energética com os três símbolos do Nível 2;

3) Conteúdo programático:

3.1) Explicação sobre os símbolos do Reiki: o polêmico sigilo dos símbolos; o Símbolo Choku Rei; o Símbolo Sei He Ki e o Símbolo Hon Sha Ze Sho Nen;

3.2) Reiki à distância: técnica da redução; técnica do substituto; técnica da foto e técnica do joelho;

3.3) Técnicas de transformação: técnica do caderno e técnica da caixa.

1) Distribuição de boas apostilas, que funcionem como instrumento de consulta para os alunos e certificado de participação, com possibilidade de emissão de Certificado de Extensão Universitária em Terapia Reiki, assinado pelo Reitor, emitido pela Faculdade Hélio Alonso – FACHA, do Rio de Janeiro;

2) Ritual de sintonização energética com o quarto Símbolo;

3) Conteúdo programático:

3.1) Revisão dos símbolos do Nível 2;

3.2) Explicações sobre o Nível 3-A;

3.3) Explicação sobre o Símbolo Dai Koo Myo;

3.4) Aplicação do Reiki para multidões;

3.5) Ativação dos Canais de Força;

3.6) Reiki no Planeta;

3.7) Meditação com os quatro Símbolos do Reiki;

3.8) Como montar e usar uma Mandala de Cristais;

3.9) Cirurgia Energética Kahuna.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *